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Artes Cênicas

Produção

Lia Rodrigues Companhia de Dança

Responsável: Rodrigues & Assumpção Produções Artísticas

Fundada em 1990, a Lia Rodrigues Companhia de Dança é integrante do movimento que construiu uma linguagem para a dança contemporânea no Brasil. Reconhecida nacional e internacionalmente, realiza atividades pautadas pela reflexão, sensibilização para as questões da arte e formação de novas plateias.

Uma das mais importantes é o trabalho desenvolvido no Complexo da Maré, na cidade do Rio de Janeiro, onde são oferecidas aulas e oficinas para jovens da comunidade, e é realizada, desde 2004, uma residência artística pioneira, que já rendeu três novos espetáculos. A Cia também promove outras atividades no local, como a realização de espetáculos gratuitos de companhias e artistas convidados e mostra de filmes de arte.

Homenagem

A Lia Rodrigues Companhia de Dança foi homenageada pelo Programa Petrobras Cultural 2006/2007, recebendo patrocínio para manutenção e difusão do seu repertório por dois anos, além da elaboração de um novo espetáculo.

A premiação estimula e valoriza o processo e atividades de criação artística, produção e formação de platéia da Companhia, viabilizando a continuidade e a ampliação das atividades desenvolvidas desde 2003 no Complexo da Maré.

Histórico

A Companhia já realizou espetáculos com importante reconhecimento, como “Formas Breves”, que ganhou o Prêmio do Público no Festival Internacional de Nouvelle (Canadá); e “Aquilo de que somos feitos”, que recebeu o prêmio Herald Angel como um dos melhores espetáculos apresentados nos festivais de Edimburgo em 2002.

Pororoca (2009) - novo espetáculo da Companhia, que celebra os seus 20 anos de atividade, foi inspirado no “encontro de correntes contrárias, de  águas doces com águas salgadas”, se transformando em “arrastão, mistura, choque, invasão”, com poder de formar ondas, alterar as margens, provocar ruídos e calmarias.
Coreografia para 11 bailarinos, estreou em novembro de 2009, na França, com apresentações no prestigiado Théâtre de la Ville, de Paris.

Chantier Poétique (2008)
 
Hymnen (2007)
 
Encarnado (2005)
 
Contra aqueles difíceis de agradar (2005)
 
Formas breves (2002)
 
Buscou-se falar, portanto, a partir dele e não dele (2002)
 
Dois e um dois (2001)
 
Aquilo de que somos feitos (2000)
 
Resta um (1997)
 
Folia II (1997)
 
Folia I (1996)
 
Ma (1993)
 
Catar (1992) e

Gineceu (1990).