Projetos Patrocinados
Música
Difusão
Orquestra Petrobras Sinfônica
Responsável: Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro
A Orquestra Petrobras Sinfônica - OPES é patrocinada integralmente pela Petrobras desde a sua fundação, em 1987, e tem como principal objetivo difundir a música erudita e popular, em todos os segmentos sociais.
Em sua formação atual, a OPES possui 80 músicos e tem como regente e diretor artístico, desde 2004, o maestro Isaac Karabtchevsky, reconhecido internacionalmente por sua atuação dentro e fora do país.
As temporadas anuais da Orquestra incluem as séries de concertos principais Djanira e Portinari, com grandes solistas e regentes convidados; a Série Casa Grande, no Leblon; a Mestre Athayde, em igrejas; os Ensaios Abertos, na Fundição Progresso; e Projetos Sociais.
Formação
Naipe de cordas
Violinos I - 14 músicos // Violinos II - 12 músicos // Violas - 10 músicos // Violoncelos - 9 músicos // Contrabaixos - 6 músicos
Naipe de madeiras
Flautas/Flautim - 4 músicos // Oboés/Corne inglês - 4 músicos //
Clarinetes - 3 músicos // Fagotes - 3 músicos
Naipe de metais
Trompas - 5 músicos // Trompetes - 3 músicos // Trombones - 4 músicos // Tuba - 1 músico
Naipe de percussão
Tímpanos - 2 músicos // Percussão - 1 músico
Temporada 2011
Séries de Assinatura
*Djanira - 5 concertos, sempre às sextas-feiras, 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
*Portinari - 5 concertos, sempre aos domingos, às 17h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Outras séries
*Casa Grande, 4 concertos, em interessantes diálogos com tango, jazz, samba, entre outros, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro;
*Mestre Athayde, 8 concertos, em igrejas da cidade do Rio de Janeiro;
*Metrônomo, concertos didáticos exclusivos para a rede pública de ensino, na Fundição Progresso, Rio de Janeiro;
*Ensaios Abertos; e
*Participação especial no projeto MPB & Jazz.
Destaques da programação
* duas obras inéditas encomendadadas pela OPES a compositores brasileiros:
- "Movimentos Sinfônicos", de Marlos Nobre, na Série Portinari, e
- cantata "A Tragédia da Piedade", de João Guilherme Ripper, na Série Djanira.
* ainda entre as audições inéditas brasileiras, "A Confederação dos Tamoios", composição dedicada à orquestra por Claudio de Freitas.
* "O Amor das Três Laranjas", ópera cômica em quatro atos de Prokofiev, que retrata um jovem príncipe em busca de seu amor, escondido em três laranjas, cantada em francês. Título inédito no Rio de Janeiro, será apresentado com participação especial do grupo Intrépida Trupe, também patrocinado pela Petrobras.
Programação completa no site da OPES.
Mais informações:
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- Vídeos: Temporada 2011, Making Of Ópera: O Caso Makropulos, CyberConcerto : Lançamento
Histórico
1987 - Formada por 45 músicos, a Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro foi criada, sob o patrocínio da Petrobras, em abril de 1987. O concerto de estreia foi apresentado na Sala Cecília Meireles sob a regência do fundador Armando Prazeres com piano, coro e orquestra. No mesmo ano iniciava-se o ciclo “Concertos pelo Rio” com apresentações no Circo Voador e na Favela da Maré.
1988 - A Orquestra aumenta seu quadro artístico convocando, pela primeira vez, jovens instrumentistas para seleção. Fortalece sua tradição de apresentações em locais com pouca inserção da música clássica, popularizando a música erudita.
1993 - Sempre preocupada com o cunho social, a Orquestra se apresenta contra a fome em benefício dos carentes em igreja em Nova Iguaçu sendo a entrada 1 Kg de alimento não perecível. No final do ano, repete a idéia na Sala Cecília Meireles onde a renda de ingressos foi revertida para a Campanha da Fome.
1994 - A Orquestra passa a se chamar Orquestra Petrobras Pró Música - OPPM, incorporando o nome da Petrobras ao seu.
1996 - A OPPM abre temporada com concertos de graça visando, como sempre, ser acessível a toda população.
1998 - A OPPM lança seu primeiro CD que reúne composições de Villa-Lobos e Lorenzo Fernandes, entre outros autores brasileiros.
2000 - A OPPM passa a ter temporada regular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que teve sua restauração completa e tem parte da programação patrocinados pela Petrobras. É realizado o 1º concurso da história da Orquestra, para Jovens Solistas.
2004 - Começa, oficialmente, a primeira temporada da orquestra sob a regência do maestro, Isaac Karabtchevsky.
2006 - A OPPM se torna Orquestra Petrobras Sinfônica e mistura Samba com Música Clássica em dobradinha com a bateria da Unidos da Tijuca.
2009 - Com um novo formato, são lançadas as séries principais da orquestra: Djanira, Portinari e Burle Marx, numa homenagem aos artistas brasileiros. Com o Theatro Municipal em obras para a reforma completa patrocinada pela Petrobras, a Sala Cecília Meireles, que também tem parte da programação patrocinada pela Petrobras, torna-se o palco principal das atividades da orquestra. Os Ensaios Abertos abrem a intimidade da preparação da orquestra ao público em geral. É lançado o primeiro produto para venda da orquestra: o DVD “A Floresta do Amazonas”, de Villa-Lobos. Realiza-se a primeira ópera da história da orquestra e a primeira audição brasileira de “O Anão”, de Alexander von Zemlinsky, onde músicos e cantores dividem o mesmo palco e a ação estende-se pela platéia.
2010 - A “Ressurreição”, de Gustav Mahler, vem saudar a reabertura do Theatro Municipal ao público carioca em grande estilo após ter ficado fechado para a reforma completa realizada com o patrocínio da Petrobras. A orquestra consolida, em suas séries tradicionais, os seus principais atributos: a brasilidade, a acessibilidade e a contemporaneidade. A série “Metrônomo”, de concertos didáticos dedicados às escolas públicas, tem inicio com grande sucesso. “O Caso Makropulos”, ópera de Leos Janacek, apresentada em forma de concerto cênico, vem coroar uma temporada histórica e elogiada pelo público e pela crítica, repleta de obras em primeiras audições.
Discografia
OPPM – 1988 - O primeiro CD da orquestra é inteiramente de músicas brasileiras, inclusive algumas inéditas, como a Sinfonieta nº 1, de Villa-Lobos, e a Sinfonietta Prima, de Ernani Aguiar. O toque mais popular foi dado com a inclusão de quatro canções de Hekel Tavares, interpretadas pela cantora Ithamara Koorax. Último registro do trabalho de Armando Prazeres antes de sua morte, em janeiro de 1999.
OPPM ao vivo no Theatro Municipal I – 2001 - Este CD é fruto de uma parceria de vários anos com o pianista e compositor Wagner Tiso. Foi gravado ao vivo e lançado em dezembro daquele ano - com obras de Tiso, Tom Jobim e Gershwin e regência do maestro Roberto Tibiriçá.
OPPM ao vivo no Theatro Municipal II – 2002 - Este CD traz as inéditas Choros nº 6, de Villa-Lobos, além de O Trenzinho do Caipira, do mesmo compositor, e Concerto para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras, de Hekel Tavares, com o pianista Arnaldo Cohen e regência de Roberto Tibiriçá.
A Petrobras Sinfônica e Isaak Karabtchevsky – Uma coletânea - 2008 - Este CD traz trechos de obras de Mahler, Ravel, Villa-Lobos, Tchaikovsky, Ripper e Stravinsky, escolhidos e regidos pelo maestro Isaak Karabtchevsky.
Guerra-Peixe - Orquestra Petrobras Sinfônica – 2010 - Gravado na sala de ensaios da orquestra, na Fundição Progresso, Lapa, e ao vivo na Sala Cecília Meireles, este CD traz a Sinfonia nº2 “Brasília” e o Tributo a Portinari. Com regências de Isaac Karabtchevsky e Carlos Prazeres, este trabalho conta, ainda, com a participação do Coral Municipal de Petrópolis, do Coral da Universidade Católica de Petrópolis e do barítono Inácio de Nonno como narrador.
CD/DVD
Radamés Gnattali – 100 anos - Gravado ao vivo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2006, com solos de Leo Gandelman e Antonella Pareschi.
A Floresta do Amazonas, de Villa-Lobos - O único trabalho exclusivo da orquestra lançado para venda, gravado ao vivo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 2007. Vozes Masculinas do Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e soprano Mirna Rubin sob a regência de Isaac Karabtchevsky.
PARTICIPAÇÃO DA ORQUESTRA em outros trabalhos
Cenas Brasileiras com OPPM – 2001 - Este CD é fruto da mesma parceria que gerou o “OPPM ao vivo no Theatro Municipal I” entre o pianista e compositor Wagner Tiso e a orquestra. Foi gravado ao vivo em 2001 com obras de Tiso, Tom Jobim & Vinícius de Moraes e Villa-Lobos sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá.
Um som imaginário – Wagner Tiso – 60 anos – 2006 - Gravado ao vivo no Theatro Municipal, participam, além da orquestra, Milton Nascimento, Gal Costa, Cauby Peixoto, Paulo Moura, entre vários outros. Um Som Imaginário tem músicas de Wagner Tiso, Edu Lobo, Roberto e Erasmo Carlos, Ary Barroso, Milton Nascimento, Dolores Duran e Villa-Lobos com as músicas Canção do Amor e Melodia Sentimental. O regente convidado é Carlos Prazeres, atual regente assistente da Petrobras Sinfônica.
Negro Clássico - O CD é uma homenagem à presença negra na música erudita brasileira. Na faixa 20, a orquestra, com regência de Ernani Aguiar, toca o Batuque, de Lorenzo Fernandez.
Gal Acústico MTV - Participação da orquestra, a convite de Gal Costa e Wagner Tiso acompanhando-a no CD e em turnê por todo o Brasil, sendo premiada por este CD.
FILMOGRAFIA – Trilhas sonoras
- O Guarani, de Norma Benguell
- Carlota Joaquina, de Carla Camurati
- Tainá, de Tânia Lamarca
- Três irmãos de sangue, de Ângela Reiniger
Fotos
Capa 1º CD OPPM