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O vento é o ar em movimento. Com certeza você já ouviu essa frase do seu professor, certo?

Pois é, o homem descobriu, há milhares de anos, que a força dos ventos tem grande utilidade. Ele atua, por exemplo, como agente de transporte, pois intervém na polinização e no deslocamento das sementes.

Outra curiosidade: na Patagônia, as árvores crescem todas inclinadas para o norte, devido aos fortes e constantes ventos que as empurram nessa direção. Não é demais?

Há milhares de anos, o ser humano já usava a força dos ventos para girar os moinhos e moer os grãos para sua alimentação. O vento também movia barcos à vela e possibilitava que as civilizações antigas se expandissem, colonizando diversas partes do globo.

A Petrobras utiliza esse mesmo princípio para produzir a energia eólica. O vento é a fonte geradora de energia para a produção e o bombeamento de petróleo em quatro campos da Petrobras no Rio Grande do Norte. O Parque Eólico Piloto de Macau é modelo para novos empreendimentos à base dessa fonte renovável. Seu impacto ambiental é zero, pois poupa a utilização de recursos hídricos, não emite gases e nem produz efluentes.

O Brasil tem grande potencial eólico: cerca de 140 gigawatts, segundo o Atlas Eólico Brasileiro publicado pelo CEPEL (Centro de Pesquisas Elétricas da Eletrobrás), concentrado principalmente nas regiões litorâneas, sobretudo na região nordeste. Este potencial equivale a aproximadamente o consumo mensal comercial da região Norte do país.

O hidrogênio é o elemento mais simples e mais comum do universo. Formando 30% da massa do Sol, sua energia é indispensável à vida na Terra. Descoberto no século XVIII pelo físico e químico inglês Henry Cavendish, esse gás está no centro de pesquisas e experiências realizadas em várias partes do mundo.

Presente na água, na terra e nos compostos orgânicos, ele pode ser usado como combustível para mover motores elétricos de veículos e máquinas, substituindo a combustão. Gasoso, incolor sem cheiro, o hidrogênio é tão limpo que gera vapor d’água ao produzir energia, em contato com o oxigênio.

A Petrobras trabalha para ter papel de destaque na economia do hidrogênio e está disposta a participar de toda a cadeia do novo combustível – produção, logística e uso. A seu favor conta a longa experiência com petróleo, gás natural e álcool, bem como a tradição em pesquisa tecnológica.

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