Na Conferência Global de Amsterdã sobre Sustentabilidade e Transparência, realizada em maio, na Holanda, o Balanço Social e Ambiental 2006 da Petrobras ganhou o prêmio GRI Reader’s Choice Awards nas categorias “Sociedade Civil” e “Todos os Públicos de Interesse”. A premiação, que reconhece os relatórios mais transparentes e sustentáveis do mundo, foi promovida pela Global Reporting Initiative (GRI), referência internacional em diretrizes para a elaboração de relatórios de sustentabilidade. Mais de 1.700 leitores de 70 países votaram pela Internet nos balanços considerados mais completos, conforme o público a que eram destinados – sociedade civil, mercado financeiro, mídia e empregados. A categoria “Todos os Públicos de Interesse” agrupou a soma dos votos concedidos em todas as outras categorias. Concorreram à premiação 800 relatórios de 50 países. O Balanço Social e Ambiental da Petrobras, auditado por organizações externas independentes, segue as diretrizes do GRI desde a edição 2002. Por dois anos consecutivos (2005 e 2006), foi considerado “notável” pelos signatários do Pacto Global. Desde então, vem sido considerado benchmark, mundialmente.
Em abril de 2008, a Petrobras registrou um volume recorde de petróleos brasileiros exportado por dia, um total de 532 mil bpd, e superou a si mesma, já que o recorde anterior, obtido em novembro de 2006 (um total de 484 mil bpd), também lhe coube. O volume recorde exportado em abril abrangeu petróleos produzidos nos campos de Marlim (223 mil bpd), Albacora Leste (170 mil bpd), Roncador Pesado (73 mil bpd), Roncador (34 mil bpd) e Marlim (33 mil bpd). O combustível se destinou a locais como a parte norte-americana do Golfo do México, a Costa Oeste dos Estados Unidos, o Caribe, a América do Sul, a Europa e a China. A conquista resultou, em grande parte, da logística adotada, que compreendeu a combinação de diferentes tipos de óleo em um mesmo embarque, visando a agregar valor para a Petrobras. A receita gerada para a Companhia por conta do recorde foi da ordem de US$ 1,72 bilhões, no que se referiu à saída física dos petróleos do Brasil no mês de abril, e contribuiu, de forma expressiva, para o saldo da balança comercial brasileira. Os faturamentos das cargas ainda serão contabilizados.
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